sábado, 15 de junho de 2013

Canela para prevenir o Alzheimer


Publicado em set 27, 2010(1) Comentário



Alzheimer, infelizmente, é uma das principais causas de morte entre os idosos, e graças aos esforços de algumas instituições e profissionais que buscam a cura para esta doença triste..



Um deles é o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, onde o Dr. Richard Anderson, um especialista em diabetes, vem trabalhando com um elemento que poderia impedir Alzheimer naturalmente. É canela, e então nós dizemos a vocês os detalhes da investigação..



Anderson estudou o efeito de canela em células no laboratório, observando que este condimento ajuda a reduzir o efeito da doença, impedindo a formação de determinadas vertentes que podem contribuir para o desenvolvimento da doença ou se eles já estão formados podem reverter o efeito da da doença no paciente..



Mas quanto a canela devem ser consumidos para prevenir a doença de Alzheimer? De acordo com Anderson, consumidas, bem como extrato ou canela em alimentos, 1000 mg de canela por dia é suficiente para prevenir a doença..



Canela é um exclusivo dos recursos naturais medicinais, e integrando com sua sobremesas (e mesmo as suas refeições), você pode melhorar sua saúde, e adicionar um sabor rico a suas refeições..



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Juh.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Conheça alimentos que combatem o estresse e que podem até reduzir o colesterol

A quinoa tem as qualidades do leite materno e reduz o colesterol. E a castanha, basta uma por dia para controlar o estresse.


Do alto das montanhas. Das profundezas da Floresta Amazônica. Do coração da Mata Atlântica. Nunca as riquezas que vêm da terra foram tão valorizadas. São os superalimentos que dão força, vitalidade e combatem o envelhecimento.
Cientistas do mundo todo se voltam para a América Latina. É do Brasil e de alguns dos seus vizinhos que saem os alimentos mais completos para o ser humano. Alimentos que brotam no chão há milênios e que precisavam apenas ser redescobertos, como a quinoa.
Dona Rosa Oliveira descobriu a quinoa no ano passado. Desde então esse alimento nunca mais saiu da dieta. “Com 63 anos, você não ter nenhum pouco de colesterol, é ótimo não é? Então, eu acho que a quinoa lava as artérias”, diz a dona de casa.
Na casa de Dona Rosa, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, todos os dias é o mesmo ritual. Ela inclui flocos de quinoa nas vitaminas que faz para o café da manhã.
“Ah, eu nem sinto o sabor. Não sinto nenhuma diferença. Parece uma aveia normal”, comenta.
Mas para que a quinoa chegasse até a mesa de Dona Rosa não foi fácil. Há 30 anos, os grãos andinos eram praticamente desprezados.  Muitos quase desapareceram.
A redescoberta destes alimentos começou com Luis Sumar Kalinowski, um morador do Vale Sagrado dos Incas. O professor Luis hoje tem 75 anos e continua entusiasmado. Ele pergunta: “O que queremos para as nossas crianças? Que representem um futuro para as nações. Então, temos que lhes dar bom alimento”.
Disposto a estudar os cultivos andinos, o professor conseguiu convencer a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos a financiar um grande projeto.
Durante seis anos, ele saiu pelas montanhas em busca das plantas esquecidas.  “Um abandono total”, diz. O amaranto, um primo da quinoa, foi salvo por pouco. Foi salvo por ser bonito. Depois de procurar muito, encontrou.
“Em um jardim. Então, eu procurei jardins e mais jardins. Fui ao litoral, procurei em Cusco. Procurei muito e assim consegui resgatar”, conta o professor.
O amaranto, um superalimento ainda pouco conhecido, tinha virado uma planta ornamental.
Lado a lado, o amaranto e a quinoa. Esta era uma paisagem muito comum 500 anos atrás. Quando os conquistadores espanhóis chegaram, eles não só desprezaram estas plantas. Segundo os estudiosos, eles intencionalmente destruíram estes superalimentos, que davam a força aos guerreiros incas.
“Eles queriam dominar as populações conquistadas e uma maneira de dominá-las é proibindo que comam alimentos de qualidade. Pois quem come alimento de qualidade tem cabeça boa e se põe a pensar”, explica o professor.
O resultado do trabalho do professor foi um livro que jogou luz sobre as riquezas esquecidas. Dezenas de grãos, raízes, legumes e frutas estão listados nele.
Graças à semente que ele lançou lá atrás, este ano de 2013 foi escolhido o ano internacional da quinoa.
O interesse está em toda parte. Como na pesquisa que Dona Rosa, lá de Ribeirão, participou. Durante quatro semanas, mulheres que já passaram pela menopausa comeram 25 gramas de quinoa por dia. E não mudaram mais nada na alimentação.
A ideia era ver se a quinoa iria proteger o coração delas, justamente na idade em que as mulheres têm mais risco de doenças circulatórias. Para Flávia Giolo de Carvalho, a pesquisadora, não foi tão difícil convencê-las.
“O sabor não interfere tanto nos alimentos. Então, vai só agregar valor nutricional, vai melhorar a saúde da senhora, vai melhorar o perfil lipídico. Eu vendi o meu peixe assim, falando destes potenciais benéficos”, lembra a nutricionista.
No fim da pesquisa, feita pela USP e pela Unesp, as mulheres baixaram o colesterol entre 5% e 10% e aumentaram no organismo as substâncias que combatem o envelhecimento.
“Quando você vê quatro semanas, que 25 gramas deram resultados interessantes, acho que se extrapolar isso para mais tempo, acho que tem resultados melhores ainda. Pensando sempre em melhorar a qualidade de vida, através da inclusão de um alimento”, explica Flávia.
Dona Rosa entrou na pesquisa com o colesterol acima do normal. E agora está com os índices em dia e o coração inteiro para correr atrás da maior paixão: o netinho Jean Otávio, de um ano e meio.
“Trabalho muito, faço todo o serviço da casa e cuido do bebê. Estou aqui inteira. Chega a noite eu quero que o marido vá passear comigo ainda”, conta Dona Rosa.
Em Lima, capital do Peru, fomos encontrar a nutricionista Ritva Repo de Carrasco, uma finlandesa que há 25 anos estuda a quinoa.
Ela chama este alimento de "o grão mais completo do mundo". Descobriu semelhanças da quinoa até com o leite materno.
“A quinoa tem uma proteína que pode ser comparada à do leite. Tem alto conteúdo de fibra, que combate o câncer. E tem ainda compostos que chamamos de bioativos, que protegem contra muitas doenças. Por isso eu diria que a quinoa é um superalimento”, garante a nutricionista.
A quinoa tem os dez aminoácidos essenciais para a vida humana, que o nosso corpo não é capaz de produzir. E em especial a lisina, fundamental na fase do crescimento.
No campo, o desafio é tornar a quinoa um alimento cada vez mais comum e mais barato. Para isso, dez grandes pesquisas estão sendo financiadas no Peru como parte do Ano Internacional da Quinoa.
O engenheiro agrônomo Mario Tapia percorre as montanhas do país recolhendo e testando novas variedades da planta. Se no passado os conquistadores renegaram o conhecimento tradicional, hoje os pesquisadores visitam os descendentes dos antigos donos destas terras para aprender com eles.
“Os agricultores não têm grandes extensões de terra, mas uma pequena área para o uso pessoal. Então, eles dão muito valor, porque complementa a batata, o milho, com as proteínas da quinoa. É um conhecimento tradicional de balancear a dieta”, explica o engenheiro.
No Brasil, em vez de subir a montanha, nós vamos entrar na floresta para procurar saúde. Na Amazônia, a natureza prepara e entrega o presente.
O superalimento que nós procuramos nasce no alto, na copa de árvores de até 50 metros. Mas não é preciso ir buscá-lo lá em cima. Com olhar treinado e facão ligeiro, os homens vão enchendo o cesto.
Mas antes de comer, é preciso vencer várias camadas de casca. Finalmente, está ela: a castanha do Brasil.
Quem colhe passa o dia na mata e não precisa levar comida de casa. “Só sei dizer que não dá fome durante a gente estar trabalhando. A gente come uma castanha de vez em quando, não dá fome”, conta Edison Coelho Teles, catador de castanha.
Sabedoria transmitida geração após geração. Onde a única avenida foi construída pela natureza e o sustento vem da castanha, uma sementinha que carrega a força de uma árvore gigante.
Em São Paulo, onde os gigantes são de pedra, a vida é bem diferente. Correria, agitação e um ritmo alucinante. Para vencer o estresse e os perigos que a cidade traz para a nossa saúde, é preciso contar com a ajuda de um pedacinho da floresta.
Luíza vive apressada. Em um dia daqueles, ela mal tem tempo de dar ‘bom dia’. Luíza comanda uma empresa de informática com 270 funcionários. Todos sabem que ela gosta de perfeição.
“Nós somos ligados, estamos em uma panela de pressão sempre”, comenta.
Nos momentos em que a pressão chega ao máximo, Luíza reage com um gesto quase automático. Ela estica o braço e pede ajuda para a castanha.
“Eu já sinto que eu começo a despertar, eu já começo pensar melhor, eu já começo a tomar decisões melhores. Claro que eu não coloco isso em função de uma castanha, mas ela contribui com o todo”, diz.
Há 20 anos ela tem esse costume. Contra o estresse, uma castanha por dia. “Também, como mulher. A pele fica melhor, o cabelo fica melhor. Enfim, isso ajuda como um todo”, afirma.
A ciência estuda esses e muitos outros benefícios da castanha. Ela protege o nosso organismo principalmente porque é rica em selênio.
“Você pode também garantir um melhor funcionamento do seu organismo durante a vida inteira. Isso contribuirá, com certeza, para uma melhor velhice, para o envelhecimento com mais saúde”, explica Silvia Franciscato Cozzolino, nutricionista - USP. 
Em São Paulo, na USP, a professora Silvia Cozzolino orienta uma série de pesquisas que comprovam os benefícios do selênio no combate a muitas doenças.
“Ele pode ter uma ação, por exemplo, no câncer. Pode ter uma ação em relação a doenças da glândula tireóide, pode ter ação na obesidade”, aponta a professora.
E a lista não para por aí. Outros estudos recomendam a castanha para combater a artrite, prevenir a diabetes, refrear a doença de Alzheimer.
Com o selênio, nosso cérebro funciona melhor por mais tempo. Seu Fernandes, de 81 anos, e Dona Santa, 84 anos, aceitaram ser voluntários de uma pesquisa da USP.
Durante seis meses, consumiram uma castanha por dia. Já que a dose diária é pequena, aproveita.
São Paulo é pequena para Dona Santa. Diariamente, ela anda pela maior cidade do país, como se estivesse no quintal de casa. “Melhor coisa da vida é você ser independente. Eu acho que isso é uma riqueza, dinheiro para mim não ia valer nada”, afirma Santa de Souza, modelista aposentada.
Dona Santa já faz planos para a festa de aniversário. De 85 anos? Não, de 100. “Vai ser em um clube, lá no Corinthians. Mudei de time. Será que foi a castanha? Não foi antes”, brinca.

sábado, 11 de maio de 2013


Alimentos para ajudar a prevenir Mal de Alzheimer




O Mal de Alzheimer é uma disfunção que afeta principalmente idosos, causando perda gradativa da memória e alterações comportamentais importantes. Os índices de casos da doença têm crescido no mundo todo, o que preocupa muito os profissionais de saúde (hoje já existem mais de 15 milhões de casos em todo o mundo) (1).

As causas da doença ainda não estão totalmente esclarecidas, mas já se sabe que ela pode ter relação com: fatores genéticos, deficiências nutricionais, aumento de homocisteína sérica, intoxicação por metais pesados ou alterações hormonais (2). Estudos recentes mostram que a alimentação tem um papel importante, tanto no tratamento quanto na prevenção do Mal de Alzheimer. Veja alguns exemplos:
Guaraná (Paullinia cupana)
Ajuda na melhora da memorização do paciente com Mal de Alzheimer (graças à melhora da ação da acetilcolina) (3). Mas atenção: gestantes, hipertensos e cardiopatas não podem consumi-lo, devido à alta concentração de cafeína.
Fontes de ômega 3
Presente na linhaça, na prímula e em peixes, esse ácido graxo é um antiinflamatório que ajuda a preservar o sistema nervoso, por isso, é importante tanto no tratamento como na prevenção da doença (4).
Ginko biloba (Ginkgoaceae)
Estudos mostram que, quando administrada sob prescrição médica ou de nutricionista, pode atuar na melhora da memória durante os primeiros estágios da doença (1, 2).
Cúrcuma
Além de ter propriedades antioxidantes e antiinflamatórias que ajudam a preservar o sistema nervoso, ela ajuda a reduzir a produção do peptídeo beta-amilóide (que tem efeito tóxico no sistema nervoso no paciente com Mal de Alzheimer) (2).
Frutas, verduras e legumes
O Mal de Alzheimer causa produção excessiva de radicais livres no sistema nervoso. Para tratar esse problema, é importante que o paciente mantenha uma dieta rica em alimentos fontes de antioxidantes, como as frutas, verduras e legumes frescos (de preferência, orgânicos) (5).
Fontes de vitamina E
Muitos experimentos mostram que a vitamina E em especial tem efeito antioxidante importante na diminuição dos radicais livres no tratamento do paciente. Apesar da maioria dos experimentos administrar esta vitamina em forma de suplemento, é importante saber que ela é naturalmente encontrada no gérmen de trigo, em nozes e sementes como a de girassol (2, 5, 6).
Conheça agora alguns fatores de risco para o desenvolvimento do Mal de Alzheimer (2, 4, 7):
- excesso de gorduras saturadas e trans, presentes nas carnes gordurosas, no leite integral e seus derivados, e em produtos industrializados como sorvetes, bolachas recheadas e outros (respectivamente);
- deficiência de vitaminas do complexo B, especialmente a B1, B6, B9, encontradas nos grãos integrais e nas folhas verde-escuras, além da B12 encontrada nos ovos e outros alimentos de origem animal;
- falta de acetilcolina, neurotransmissor que participa da memória. É produzido a partir da colina, encontrada em alimentos como a soja e o ovo;
- jejum prolongado: a glicose é a única fonte de energia do cérebro. Por isso, jejuns por mais de 3 horas podem gerar hipoglicemia, o que é extremamente prejudicial ao cérebro, principalmente se este jejum for um hábito de muitos anos.
O Mal de Alzheimer é uma doença que exige um acompanhamento multidisciplinar, e o nutricionista deve ficar atento ao seu papel neste quadro. Uma alimentação adequada é importante para melhorar a qualidade de vida do paciente, até mesmo potencializando o efeito da medicação e das outras terapias a que ele aderir.
Referências bibliográficas:
1. VIEGAS, C e col. Produtos naturais como candidatos a fármacos úteis no tratamento do Mal de Alzheimer. Quim. Nova, 27 (4), 655-60, 2004.
2. MORITZ, B. Cérebro. CVPE, 2007.
3. TREVISAN, MTS e MACEDO, FVV. Seleção de plantas com atividade anticolinesterase para tratamento da doença de Alzheimer. Quim. Nova, 26(3), 301-4, 2003.
4. KALLUF, L. Nutrição funcional nos ciclos da vida. CVPE, 2007.
5. CHRISTEN, Y. Oxidative stress and Alzheimer disease. Am J Clin Nutr, 71, 621-9, 2000.
6. GRUNDMAN, M. Vitamin E and Alzheimer disease: the basis of additional clinical trials. Am J Clin Nutr, 71, 630-6, 2000.
7. SNOWDON, DA e col. Serum folate and the severity of atrophy of the neocortex inAlzheimer disease: findings from the Nun Study. Am J Clin Nutr, 71, 993-8, 2000.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Maçã contra o Mal de Alzheimer


Alzheimer: suco de maçã diminui os níveis de substância beta-amiloide no cérebro de ratos, segundo pesquisa publicada no Journal of Alzheimer's Disease



Estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Massachusetts, no Journal of Alzheimer's Disease, demonstrou que ratos que receberam suplementação dietética com suco de maçã produziram menor quantidade de proteína beta-amilóide, a qual é responsável por formar as "placas senis" comumente encontradas no cérebro de pessoas com a doença de Alzheimer.



Estes resultados fornecem evidências que ligam fatores de riscos nutricionais e genéticos à neurodegeneração relacionada com a idade. A suplementação dietética com suco de maçã associada a uma dieta balanceada pode proteger o cérebro dos efeitos do estresse oxidativo, segundo Thomas B. Shea, Ph.D., pesquisador e diretor do centro de pesquisa em neurobiologia e neurodegeneração celular da Universidade de Massachusetts.



Shea e colaboradores avaliaram se o consumo deste suco protegia contra danos cerebrais oxidativos em camundongos. Os resultados mostram que existe algo na maçã que protege as células cerebrais do envelhecimento normal, muito semelhante à proteção observada anteriormente contra sintomas semelhantes aos da doença de Alzheimer.



Camundongos adultos e idosos usando uma dieta padrão, uma dieta deficiente em nutrientes ou uma dieta deficiente em nutrientes suplementada com suco de maçã foram avaliados. Os camundongos adultos não sofreram os efeitos negativos das dietas deficientes, somente os camundongos mais velhos, o que está de acordo com o envelhecimento normal devido à neurodegeneração oxidativa.



O efeito na cognição foi medido através de testes de labirinto e por exames do tecido cerebral. Os camundongos idosos que consumiram dietas suplementadas com suco de maçã tiveram melhor desempenho nos testes de labirinto e todos tinham menos danos cerebrais oxidativos comparados àqueles com a dieta padrão.



A suplementação com suco de maçã resultou em acuidade mental maior quando os camundongos envelhecidos consumiram o equivalente a 2 ou 3 xícaras de suco, ou seja, aproximadamente de 2 a 4 maçãs por dia. Acredita-se que este efeito seja devido aos altos níveis de antioxidantes presentes nesta fruta.



Fonte: Journal of Alzheimer's Disease – Volume 16 n°.1

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

veja.abril.com.br/tag/alzheimer
Lista completa com todas as notícias de arquivo em alzheimer. ... VEJA - Doenças neurodegenerativas. Exercícios físicos atenuam sintomas de ...

http://veja.abril.com.br/tag/alzheimer

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Alimentos que reduzem o Mal de Alzheimer


Alimentos que reduzem o Mal de Alzheimer
Não se sabe ainda qual o motivo certo para uma pessoa gerar esse problema, o que os cientistas sabem que é com a chegada da maior idade que a doença começa a apresentar sintomas, aproximadamente depois dos 70 anos, algumas pesquisas foram feitas e muitas possibilidades de surgimento foram citadas, no caso as mulheres têm tendência para sofrer a doença mais que os homens, elas tem a expectativa de vida maior, cerca de cinco anos a mais que os homens.
Possibilidades de alimentação, uma alimentação com alimentos que possivelmente continham alumínio em sua composição ou em embalagens, o colesterol alto, obesidade, estresse oxidativo, diabetes e tabagismo, pode desencadear o Mal de Alzheimer precoce. Pesquisas revelaram que pessoas que passam mais tempo da vida estudando tem menos risco de desenvolver a doença, quanto os analfabetos e o baixo nível escolar tem mais chances, isso devido à forma com que pessoas “estudiosas” são capazes de administrar as limitações com mais facilidade.
Os alimentos oleaginosos ajudam a evitar esse tipo de doença, como castanha, nozes, amêndoas, peixe e legumes, alimentos que são ricos em Ômega 3 os peixes como sardinha atum principalmente, os alimentos ricos em acido fólico também contribuem para evitar, encontrado em frutas como a laranja e a banana, verduras, de preferência de folhas verdes como o brócolis, entre outro alimentos que você pode adicionar a qualquer dieta para manter uma vida saudável, e garantir uma velhice com muita disposição.
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domingo, 17 de junho de 2012


Escolha e leia um ou mais dentre os 599 (ou 600?) Blogs do PaineL do PaiM (o maior aglomerado de Blogs do Planeta), uma parceria GOOGLE/EDSON PAIM


Para tanto, basta clicar no nome do Blog, constante da relação apresentada a seguir, acessável através do seguinte Link:

http://www.blogger.com/profile/04886160289569279765


Além de constar desta postagem, o LINK supra se encontra inscrito permanentemente neste BLOG.

Sempre que o leitor acessar este BLOG, encontrará, à direita desta página, o LINK que o conduzirá á Relação de todos os Blogs do Painel do Paim, o qual se encontra logo abaixo dos LINKs do Google News (http://news.google.com/) e do site de Edson Paim Notícias (http://www.edsonpaim.com.br/)