quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012





memoria
Sempre que tocamos no assunto dieta nosso principal objetivo é o emagrecimento. Pois saiba que recentes estudos confirmaram que a ingestão de certos alimentos também pode ajudar a manter a mente lúcida.
Consumir gordura saudável e evitar as gorduras que prejudicam o organismo além de nos proteger de doenças do coração, talvez tambémreduzam o risco de sofrer de Alzheimer, condição que provoca a perda gradativa de memória.
Assim que adicione a sua dieta gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas. As gorduras monoinsaturadas estão presentes no azeite de oliva, abacate, creme de amendoim.
Já as poliinsaturadas poderão ser encontradas nos peixes gordos, azeites vegetais como o de girassol ou de milho.
Abuse dos ovos, peixes, soja, nozes, espinafre já que esses alimentos possuem um nutriente capaz de ajudar a formar uma substancia química do cérebro implicada na memória.
Evite gordura saturada encontrada no leite, manteiga, azeite de coco e nas carnes vermelhas. Evite também os açucares simples encontrados nos doces e refrigerantes.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012


ALIMENTAÇÃO DO PACIENTE COM MAL DE ALZHEIMER 1

A alimentação é uma atividade essencial para a sobrevivência e normalmente responsável por grandes transtornos no cotidiano com o paciente demenciado. À medida em que a deterioração cognitiva avança, a alimentação torna cada vez mais difícil e problemática.

Uma alimentação saudável, bem equilibrada na composição, quantidade e qualidade de nutrientes essenciais é indispensável na prevenção de complicações das quais as infecções, as escaras e o emagrecimento progressivo são as mais importantes. São vários os problemas ligados à alimentação, que vão desde as condições de mastigação, problemas de deglutição, esquecimento de que acabou de comer e diz que ainda não comeu, espalhar comida pela mesa, suja roupas e cabelos, vomita, cospe, pega a comida com as mãos, não fica sentado, engasga, deixa pratos, talheres e copos caírem, transfere sua comida para o prato do seu companheiro de mesa, são alguns dos problemas comumente relatados.

Fora o compromisso de se garantir uma alimentação adequada, dependendo do grau de deterioração mental e das alterações comportamentais, uma estratégia deve ser definida caso a caso.

Independente do grau de dependência, a rotina é fundamental e deve ser obstinadamente observada e, assim como se prepara o banho, a rotina para a alimentação também deve merecer algumas providências prévias.

O horário das refeições deve ser rigorosamente observado. O organismo tende a se habituar com horários rotineiros e o estímulo da fome é essencial para o sucesso de uma boa aceitação alimentar.

O local onde a refeição é servida deve ser calmo e de fácil limpeza

O prato deve ser de material inquebrável e de acordo com o grau de deterioração mental pode-se utilizar pratos que aderem diretamente à mesa por intermédio de ventosas, evitando que deslizem facilmente.

Os talheres à disposição do paciente devem ser reduzidos ao mínimo necessário: uma colher para a sopa, um garfo para a carne, uma colher de sobremesa para o pudim e assim sucessivamente. É importante que se note se o paciente tem dificuldade com o formato do talher, pois alguns desenhos e formatos são incômodos e complicam o manuseio. Os pratos devem serem oferecidos um a um e nunca todos juntos.

O tamanho dos pedaços de carne ou dos outros alimentos deve ser apropriado, assim como a sua consistência, facilitando a mastigação completa e a deglutição sem riscos de engasgamento.

Certos pacientes são incapazes de cortar os alimentos e podem se sentir infantilizados se o cuidador os cortar a sua frente; desta forma é de bom-senso que se for necessário cortar os alimentos para o paciente, que isso seja feito fora de sua vista, entregando-lhe o prato já com o alimento pronto para ser levado à boca.

Determinados pacientes perdem a habilidade de manusear talheres e esse fato por si só não os impede de se alimentarem sem ajuda.

Pode-se usar da criatividade oferecendo alimentos passíveis de serem comidos com as mãos como: sanduíches, coxas de galinha, pedaços de vegetais, pizzas, peixe frito em pedaços, batata frita, milho cozido, bolos, pão com manteiga, cachorro quente e uma gama infindável de outras possibilidades.

Esses recursos são extremamente importantes e devem ser estimulados, pois mantém a alimentação como uma atividade diária passível de ser realizada com independência, liberando o cuidador de uma tarefa adicional.

Outro recurso e até mesmo uma atividade adicional é trocar as três refeições tradicionais por pequenas refeições em intervalos regulares, a cada 3 ou 4 horas ao longo do dia. Esse recurso é particularmente útil para aqueles pacientes que se esquecem de que acabaram de comer e pedem que lhes seja servida comida a todo instante.

Se o paciente costuma brincar com a comida levando-a a boca com as mãos, o uso de pratos fundos do tipo vaso que possuem ½ tampa e colocar o alimento aos poucos, em pequenas porções, pode ajudar.

Pacientes que comem compulsivamente também são comuns. Tirar todo alimento extra de sua vista, oferecendo-lhes apenas a sua porção, e manter o registro do que efetivamente já ingeriram, habilita o cuidador a, com segurança interromper a alimentação compulsiva, seguro de que já foi ingerida a dieta previamente quantificada.

Por outro lado, o uso de pequenos pedaços de verduras ou biscoitos colocados em um pratinho de tempos em tempos costuma satisfazer os pacientes compulsivos.

Certos pacientes restringem suas preferências a determinados alimentos e formas de preparação. Não se deve tentar evitar esse fato, tentando grandes mudanças no cardápio. Se tiverem preferências, estas devem ser observadas e eventuais suplementações dietéticas devem ser adotadas sob orientação profissional.

Existem xícaras com tampa provida de dispositivos que permitem sugar os líquidos evitando que derrubem o conteúdo, molhando-se e sujando-se.

A elaboração do cardápio diário deve ser adaptada aos costumes da família.

Não se deve mudar tudo em função do paciente e a palavra melhor é adaptar. Dentro das características de cada caso, a orientação profissional de um nutricionista, associada ao bom-senso e um pouco de criatividade resultará em uma boa adaptação nutricional, de elaboração simples e prática.

Certos doentes requerem dietas especiais, como pacientes com diabetes, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, gota e outras doenças; estes necessitam de orientação especializada e acompanhamento rotineiro.

Deve-se dar preferências aos alimentos frescos. Os produtos industrializados devem ser utilizados apenas em situações particulares constituindo um recurso alternativo e secundário.

Alguns alimentos têm sido objeto de discussão no tocante a colaborarem para a melhoria do estado cognitivo do paciente, porém não há qualquer evidência científica que apóie esta teoria.

Há situações delicadas: familiares que nunca cozinharam, especialmente os maridos, quando transformados em cuidadores e passam a ter esse encargo, por vezes acabam por restringir a alimentação do casal ao tradicional pão com manteiga e café com leite. Insuficientes e inadequados do ponto de vista qualitativo.

Por sorte, hoje já existem fornecedores de dietas especiais prontas e auxiliares que vão até a residência fazê-la ou ensiná-la para a família.

Fonte: www.alzheimermed.com.br

terça-feira, 17 de janeiro de 2012


Alimentos que reduzem o Mal de Alzheimer


Alimentos que reduzem o Mal de Alzheimer
Não se sabe ainda qual o motivo certo para uma pessoa gerar esse problema, o que os cientistas sabem que é com a chegada da maior idade que a doença começa a apresentar sintomas, aproximadamente depois dos 70 anos, algumas pesquisas foram feitas e muitas possibilidades de surgimento foram citadas, no caso as mulheres têm tendência para sofrer a doença mais que os homens, elas tem a expectativa de vida maior, cerca de cinco anos a mais que os homens.
Possibilidades de alimentação, uma alimentação com alimentos que possivelmente continham alumínio em sua composição ou em embalagens, o colesterol alto, obesidade, estresse oxidativo, diabetes e tabagismo, pode desencadear o Mal de Alzheimer precoce. Pesquisas revelaram que pessoas que passam mais tempo da vida  estudando tem menos risco de desenvolver a doença, quanto os analfabetos e o baixo nível escolar tem mais chances, isso devido à forma com que pessoas “estudiosas” são capazes de administrar as limitações com mais facilidade.
Os alimentos oleaginosos ajudam a evitar esse tipo de doença, como castanha, nozes, amêndoas, peixe e legumes, alimentos que são ricos em Ômega 3 os peixes como sardinha atum principalmente, os alimentos ricos em acido fólico também contribuem para evitar, encontrado em frutas como a laranja e a banana, verduras, de preferência de folhas verdes como o brócolis, entre outro alimentos que você pode adicionar a qualquer dieta para manter uma vida saudável, e garantir uma velhice com muita disposição.

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domingo, 25 de dezembro de 2011

domingo, 30 de outubro de 2011

Àgua de coco traz diversos benefícios à saúde


Ela hidrata, possui antioxidantes e não engorda tanto quanto se pensa



Há bem pouco tempo, nutricionistas, nutrólogos e todo o tipo de profissionais envolvidos com a área de alimentação - inclusive eu - recomendavam moderação no consumo de água de coco, uma das bebidas mais populares nessa época do ano em que faz mais calor. Estávamos preocupados por ela conter frutose e gorduras saturadas, substâncias que podem engordar e trazer alguns problemas à nossa saúde, e por que achávamos que seus benefícios não compensavam os seus malefícios.

Confesso que mudei e já indico a água de coco para meus pacientes sem restrições. Novas informações e pesquisas me levaram a mudar de opinião em relação a essa bebida, em especial sobre a reabilitação da gordura saturada, que deixou de ser demônio depois de reconhecidas suas qualidades. 
A água de coco é rica em vitaminas, minerais, aminoácidos, carboidratos, antioxidantes, enzimas e outros fitonutrientes que ajudam o corpo a funcionar com mais eficiência.
Mistura especial
A água de coco apresenta uma associação de substâncias que a tornam especial mesmo quando comparada com bebidas produzidas pelo homen. Ela é rica em vitaminas, minerais, aminoácidos, carboidratos, antioxidantes, enzimas e outros fitonutrientes que ajudam o corpo a funcionar com mais eficiência. Seu conteúdo eletrolítico (mineral iônico) semelhante ao plasma humano garantiu-lhe o reconhecimento internacional como melhor reidratante oral. 
Ou seja: um super sport drink incomparável a qualquer outro produto criado pelo homem com essa finalidade. É tão compatível com o corpo humano, que pode até ser injetado na veia, o que foi bastante comum durante a 1ª e a 2ª Guerras Mudiais, bem como na guerra do Vietnã, onde a falta de recursos fez os militares aprenderem sobre as qualidades únicas da água de coco quase sem querer. 
Por mais que a característica hidrante dessa bebida seja a mais famosa, os benefícios que ela traz à saúde não param por aí. A água de coco, promove o equilíbrio da química corpórea, beneficiando a saúde como um todo. Ela reduz a pressão arterial e risco de doença cardíaca, previne aterosclerose, facilita as funções renais, protege contra vários tipos de câncer, facilita a digestão, o controle do níveis de glicemia no sangue, a circulação sanguínea, deixa o sistema imunológico mais ativo, possui propriedades anti-envelhecimento e ajuda na preservação de bactérias amigas da saúde. 
Para os esportistas, a água de coco não pode faltar no verão. Ela atua como repositor de eletrólitos, substância que protege contra cãibras e melhoram o desempenho físico, sendo mais eficiente para a reposição de alguns nutrientes perdidos na transpiração do que a própria água.

Beba água de coco: é tudo de bom!

Super saúde! 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A alimentação pode auxiliar no tratamento de Alzheimer?


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http://www.sxc.hu - 29/01/2010
Pesquisas e estudos internacionais estão relacionando a qualidade da alimentação em relação à prevenção do mal de Alzheimer. Nessas experiências, indica-se que o consumo de uma dieta rica em frutas, vegetais, legumes, cereais, nozes, peixe, poucos laticínios e carnes sem gordura, por exemplo, diminuem o risco de aparecimento da doença.

Depois de uma análise estatística, os pesquisadores descobriram que uma dieta rica em gorduras do tipo omega-3, omega-6, folato e vitamina E, mas com um baixo teor em gordura saturada e vitamina B12, foi fortemente associada a um risco menor de desenvolvimento do mal de Alzheimer.

Ainda em processo de continuidade, as pesquisas ainda causam conflitos e dúvidas quanto à imprecisão da medida de uso dos alimentos benéficos, mas a famosa dieta do Mediterrâneo é cotada com uma forma de alimentação preventiva ao Alzheimer. Outros estudos também acreditam que o consumo de café entre pessoas de meia idade possa reduzir os riscos de desenvolver o Alzheimer e outras demências na velhice.

E ainda, pesquisas desenvolvem estatísticas relacionadas ao consumo de vitamina E. Cientistas estudam que os portadores de Alzheimer que ingerem vitamina E aparentemente vivem mais do que aqueles que têm a doença e não fazem uso do suplemento. Além do adiamento da progressão da doença, os estudos convergem para a constatação do aumento da sobrevivência dos portadores.
http://www.google.com.br/search?q=alzheimer%20%26%20alimenta%C3%A7%C3%A3o&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-BR:official&client=firefox-a&source=hp&channel=np

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Dieta mediterrânea associada a exercícios afasta Alzheimer

Atividade física é o diferencial mesmo quando a alimentação é saudável. 

Uma alimentação rica em peixes, azeite de oliva, nozes e legumes combinada com a prática regular de exercícios físicos é ideal para manter o cérebro afiado.

A atualização de uma pesquisa, realizada pela Columbia University Medical Center (EUA), apontou que associar a dieta mediterrânea e ter uma vida ativa afastam o risco de desenvolver o Mal de Alzheimer e outras doenças cognitivas.

O estudo avaliou mais de 1.400 homens e mulheres, residentes na França, e constatou que o risco de Alzheimer caía para 61% a 67% quanto mais a dieta se aproximava à mediterrânea.

Na pesquisa anterior, de 2006, esse índice era de 40%.

Os pesquisadores atribuem a diferença positiva ao fato de os participantes da última versão serem fisicamente mais ativos.

Os exercícios físicos, portanto, são um diferencial para manter a memória em dia.

Rica em gordura monoinsaturada, a dieta mediterrânea já era conhecida por seus benefícios ao coração.

Os principais participantes dos pratos são as gorduras protetoras, que agem contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares , diz a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella.

Alguns dos seus efeitos é aumentar o nível de colesterol bom (HDL) e diminuir as taxas do colesterol ruim (LDL) do sangue, além de evitar a obstrução das artérias.

Conheça as principais características da dieta mediterrânea: 

Tem baixo consumo de carne vermelha

É rica em vegetais, frutas, cereais e nozes

Tem alto consumo de peixes

Permite o consumo moderado de vinho

Usa o azeite de oliva como fonte de gordura saudável

Fonte: Minha Vida